Configurando servidor Subversion com Apache no Windows (Parte II)

Finalizaremos a configuração do nosso ambiente de controle de versão instalando os controles de acesso pela rede local e internet.

Instalando o Tortoise

O Tortoise é a ferramente que utilizaremos para acessar os repositórios anteriormente configurados. Utilizaremos o TortoiseSvn para obter os fontes do projeto e também para modificar, atualizar ou excluir arquivos (todas estas ações são integradas ao explorer).

Para instalá-lo é muito simples, basta um duplo clique sobre o instalador e percorrer o assistênte até o final.

Obtendo um projeto

Primeiramente, crie uma pasta “fontes” no lugar que achar mais conveniete, depois navegue até ela e clique com o botão direito > SVN Checkout…

Um tela solicitando a “URL of repository” e “Checkout directory” será exibida. No primeiro campo informaremos a URL que configuramos na Parte I deste tutorial: http://localhost:8080/nome_projeto. O segundo campo é o caminho onde os arquivos serão copiados, por exemplo, C:\fontes\Projeto. Agora só precisamos clicar em Ok, confirmar a criação do diretório local e informar nosso usuário e senha.

Adicionando arquivos

Crie um arquivo qualquer, pode ser imagem ou texto. Para adicioná-lo ao repositório clique sobre ele com o botão direito do mouse > TortoiseSVN > Add… Apartir deste momento o tortoise começará a controlar as alterações feitas no arquivo, entretanto este ainda não foi submetido ao servidor.

Para enviar o arquivo para o servidor, clique com o botão direito sobre o diretório > SVN Commit… Uma tela com uma opção para um comentário e uma relação de arquivos alterados será exibida. Clicando em OK serão geradas as versões do arquivo no servidor.

Desda forma podemos trabalhar desconectados do servidor e alterar vários arquivos sem precisar reservá-los. Quando conectarmos faremos o commit e se necessário o próprio subversion fará o merge dos arquivos.

Acessando o repositório pela internet

Como a grande maioria de nós mortais não possui um ip fixo na internet, precisamos de um Dynamic DNS Update Client. Que será responsável por atualizar nosso endereço de IP atribuído dinamicamente no servidor de Dynamic DNS.

O primeiro passo é efetuar um cadastro no www.no-ip.org, onde será possível escolher uma url como meuservidorsvn.servebeer.com.

Depois faremos a instalação do No-IP DUC e informaremos os dados de nossa conta de acesso. Para testar se tudo ocorreu bem, abra uma janela do prompt e digite:
ping meuservidorsvn.servebeer.com
Se a reposta for positiva é porque seu endereço de IP já foi atualizado no no-ip.org.

Se você utiliza um roteador para se conectar na ADSL, é bastante provável precises liberar a porta 8080 para o acesso externo. Na abusar a Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido, você encontrará tutoriais de como fazer isso nos principais modelos disponíveis no mercado.

Pronto agora você está habilitado para acessar externamente pela internet seus projetos através da url http://meuservidorsvn.servebeer.com:8080/nome_projeto.

Espero ter ajudado, um forte abraço a todos!

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Configurando servidor Subversion com Apache no Windows (Parte I)

Objetivo

Criar uma estrutura capaz de controlar versões de arquivos-fonte em rede local e pela internet, mesmo sem ip fixo ou uma hospedagem com suporte ao subversion.

Downloads

Para atingir nosso objetivo precisamos fazer os seguintes downloads:

  1. Apache HTTP Server (fazer download) *
  2. Subversion (fazer download)
  3. TortoiseSVN (download para 32bit | download para 64bit)
  4. No-IP.com Dynamic DNS Update Client (fazer download)

* Enfrentei alguns problemas ao tentar instalar na versão 2.2, mas não investi o tempo suficiente para descobrir a causa, por isso da versão 2.0.
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Padrões Web & Necessidades Especiais

Todos os dias acontecem inúmeras coisas a nossa volta sem que nos demos por conta. Passamos anos subindo e descendo escadas de forma inconsciente, mas só percebemos a grandeza disto no dia que imobilizamos uma perna.

Talvez por isso que seja tão difícil para nós desenvolvedores web, sempre preocupados em aprender as tecnologias que surgiram enquanto dormíamos, perceber que padrões web são mais do que questões de boas práticas, são questões de acessibilidade!

Essa semana a Cris Zimermann falou no Business Opportunities Brasil sobre um mercado promissor de cerda de 11 a 13 milhões de portadores de necessidades especiais que em 5 anos representarão R$ 5.000.000.000,00 (cinco bilhões de reais) circulando no comércio.

Não sei quanto a vocês, mas eu não gostaria que minhas aplicações web estivessem impossibilitadas de “conversar” com todas estas cifras. Percebi o quanto a acessibilidade é importante, no dia que li o depoimento do Marco Antonio de Queiroz, mais conhecido como MAQ, no blog do Maujor.

…minha especialidade é mostrar e difundir acessibilidade web para pessoas que não saibam do assunto, tanto técnicos quanto leigos, para sensibilizar as pessoas à praticarem algo que deixará seus espaços na web de uso fácil para todos, para que nós, pessoas com deficiência, possamos aprender, consumir e nos distrair. Em geral não acreditam que sejamos consumidores.

Vale lembrar que as necessidades especiais nem sempre surgem da má formação ou disposição genética. Muitos casos são causados por acidentes ou quardros médicos adversos. Sendo assim acessibilidade é uma forma de inclusão digital e também um bem social.

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Dynamic Language Runtime

Já faz mais de ano que o Diego Pires Plentz meu falou sobre as inovações do Ruby on Rails, na época eu era um programador Delphi fazendo uns “bicos” com C#. No dia chegamos a pensar em criar um treinamento e fechar turmas. Mas foi só no final do ano passado que li o “Repensando a Web com Rails” do Fábio Akita.

Por mais que eu estivesse disposto a abrir minha mente, em momentos não resisti a pensamentos como: “Ahhhh, mas isso dá para fazer com delegates“. Foi engraçado pensar isso, continuar a leitura e me deparar com um parágrafo do tipo “Talvez você esteja pensando que com delegates consiga fazer a mesma coisa, mas compare os trechos de código…“. Passado o choque inicial, percebi que as linguagens dinâmicas possuem uma série de recursos interessantes. E parece que eu não foi só eu…

A mais nova menina dos olhos da Microsoft, o Silverlight, teve mais um novo recurso divulgado na MIX. A DLR, ou Dynamic Language Runtime, é o suporte a linguagens dinâmicas como Phyton e Ruby. Seu funcionamento é inspirado na CLR e permite que linguagens dinâmicas diferentes se conversem.

O John Lam criou um screencast que demonstra todos este recursos muito bem. Tão curioso quanto os recursos apresentados, é a utlização de um Mac. Isso mesmo uma apresentação Microsoft sem Windows Vista, sem Internet Explorer, apenas o Safari. E não pára por aí, assim como o Flex da Adobe o Silverlight também terá seu código-fonte aberto.

Vídeo: http://silverlight.net/Learn/learnvideo.aspx?video=74

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Não sabe por onde começar no .NET Framework 3?

Então aqui vai uma dica preciosa! O artigo é de David Chappell e demonstra de forma muito concisa e eficaz os novos recursos contidos no framework e contexto em que foram criados.

Pode ser uma dica interessante não só para quem está iniciando seus estudos sobre esta nova versão, mas também para aqueles que precisam demonstrar para seu chefe do que esta crianças é capaz.

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Garimpando o site da Microsoft

Sei que nem todos concordarão comigo, mas sei também que não falo apenas por mim… Já conversei com várias pessoas que concordaram que encontrar informações no site da microsoft não é uma coisa tão intencional. Por vezes me deparei com páginas de conteúdo excelente, mas que um tempo depois parecem desaparecer das buscas e menus.

Mas uma coisa é inegável, existe muito recurso além do material de marketing tanto no http://microsoft.com quanto no http://msdn.com. Nas últimas semanas indexei várias áreas do site e encontrei muita coisa legal que não conhecia e outras que é sempre bom dar uma olhada.

Revista Microsoft Business
Uma revista focada em business com entrevistas de pessoas importantes da TI
http://www.microsoft.com/brasil/revistamb/

The Architecture Journal
Conteúdo excelente sobre arquitetura, design, fábrica de software
http://www.architecturejournal.net

MSDN Media Center
Webcasts, apresentações e artigos feitos por brasucas
https://www.msdnbrasil.com.br/mediacenter/

People Ready - Casos de sucesso
Depoimentos com vídeo e detalhes de casos de sucesso de empresas de renome
http://www.microsoft.com/brasil/business/casos.mspx

Microsoft e-Learning
Treinamentos on-line, experimente o de .Net 3 que está gratuito
https://www.microsoftelearning.com/

Microsoft Research
Acompanhe as pesquisas que estão sendo desenvolvidas pela microsoft
http://research.microsoft.com/

A medida que eu for encontrando novos links vou atualizando este post. Espero ter ajudado…

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Microsoft Partner Points

Para finalizar a primeira rodada de posts sobre Microsoft Partner Program irei descrever de forma bastante resumida o sistema de pontuação previsto pelo programa de parceria da Microsoft.

A realização de atividades que satisfaçam determinados critérios de obtenção de pontos, possibilita a Microsoft reconhecer o quanto seus parceiros estão engajados e o qual impacto exercem sobre o mercado. Existem dois tipos de pontos que podem ser acumulados:

  1. Pontos de Qualificação: são os pontos utilizados para conquistar os níveis do programa, entretanto cada categoria possui um número máximo de pontos que podem ser acumulados.
  2. Pontos Adicionais: os pontos acumulados que ultrapassam o número máximo de pontos permitidos pela categoria, são mantidos como adicionais. No momento que algum ponto de qualificação perder a validade, os pontos adicionais podem fazer a compensação.

Por exemplo, se a “Acme Sistemas de Informação” acumulasse 43 Microsoft Partner Points pela presença de profissionais certificados em seu quadro de funcionários, poderia aproveitar 40 pontos como pontos de qualificação e restante como pontos adicionais. Na ocorrência de algum turnover que resultasse na diminuição de Partner Points, automaticamente os pontos adicionais seriam convertidos em pontos de qualificação.

Por fim, a relação das categorias plausíveis de pontuação:

  • Comprovação de Competências Microsoft (mais…)
  • Certificação de Profissionais (mais…)
  • Produtos testados (mais…)
  • Referências fornecidas à Microsoft para projetos entregues para clientes
  • Satisfação de Clientes (mais…)
  • Vendas de produtos ou material didático oficiail Microsoft
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Microsoft Program Partner

Tenho visto cada vez mais empresas com as inscrições “Microsoft Certified Partner” ou “Microsoft Gold Certified Partner” em suas recepções. Mesmo em empresas de pequeno e médio porte o que me chamou a atenção!

Durante os 7 meses que trabalhei no Tecnopuc tive a oportunidade de conhecer alguns dos benefícios oferecidos pelo programa e agora de volta ao Pólo de Informática de São Leopoldo, decidi entender melhor seu funcionamento e propôr a idéia aos diretores.

A idéia é bastante simples, quem possuiu algum cartão de crédito já sabe como funciona. Com a comprovação de ações reconhecidas pelo programa você acumula pontos. Quando atingir um número X de pontos, mediante o pagamento da taxa anual, pode desfrutar dos benefícios oferecidos. Entre eles o uso interno de diversos softwares da Microsoft, ferramentas para capacitação de profissionais, marketing e controle de processo.

Para você ter uma idéia, um Certified Partner pode receber até 100 licenças do Office e 25 do Visual Studio. Vale lembrar que são para uso interno e não podem ser revendidas. Mas colocando na ponta do lápis, o investimento para a aquisição destas licenças certamente ultrapassam os U$ 1.649,00 do valor da taxa no Brasil. O demontrativo completo dos softwares disponibilizados você pode consultar aqui.

No próximo post falo mais sobre os Microsoft Partner Points e outros requisitos necessários para ser um Certified Partner.

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