TimeTracker para Firefox

Poucos Add-ons do firefox tem sido tão úteis para mim quanto o último que instalei: o TimeTracker. O TimeTracker é uma idéia bastante simples, mas faz o que se propõe.

Quando você instala o TimeTracker, um reloginho passa a aparecer no ângulo inferior direiro do firefox. Toda vez que você entra em algum site ele começa a contar o tempo. Isso tem me ajudado e muito a diminuir o tempo que passo na internet respondendo lendo e-mails ou notícias.

Existem dois recursos interessantes que ajudam a descobrir quando tempo foi verdadeiramente gasto navegando. O Timeout é interessante para aqueles momentos que você abre uma página e vai buscar um café ou tirar uma dúvida com um colega. Quando isto acontece, o TimeTracker percebe que o computador está ocioso e pausa a contagem.

A Filter List possibilita você a informar exceções. Tais como intranets, sistemas internas, wikis ou mesmo o website que você está trabalhando. Quando você carrega uma url de exceção o contador não é incrementado.

Fica a sugestão… Ter um reloginho vermelho no browser na atrapalha a navegação, porém certamente faz com que você seja mais efetivo.

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GTD: Primeiros passos

A organização de compromissos, tarefas e gavetas sempre estiveram em destaque nos meus pontos a melhorar. Enquanto segui na vida de desenvolver o problema não era tão evidente, pois quem definia minhas prioridades eram o gerente de projeto.

Porém no momento que comecei a trabalhar com processos, passei a “puxar a frente” em vários projetos simultâneos. Reuniões agendadas, compromissos firmados e tarefas delegadas começaram a se tornar mais freqüentes. Eu precisava de algo que me ajudasse a concentrar meus esforços em fazer minhas tarefas e não em mantê-las organizadas.

Após finalizar a leitura do livro reservei um sábado para fazer o primeiro passo da implantação da metodologia, que consiste em coletar todas as pendências profissionais e pessoais e colocar dentro do sistema de organização pessoal. Primeiro separei todos post-its, blocos de anotações, e-mails não lidos e qualquer objeto que pudesse representar uma pendência. Depois de tudo empilhado, comecei a listar o que me vinha a mente e que necessitasse de uma definição. Impressionante a sensação de leveza quando terminei de processar toda essa “caixa de entrada”.

O principal objetivo de fazer isto é tirar todas as “tralhas” da mente e colocá-las em um sistema confiável e organizado. Para nos desligarmos efetivamente das preocupações, nosso subconsciente precisa ter a certeza de que vamos consultar o material no qual escrevermos uma pendência. Não basta compilar uma lista de tarefas, é preciso acompanhá-la.

Cada vez que nos deparamos com uma tralha e enquadramos esta pendência em alguma das áreas do nosso sistema (lista de projetos, talvez / um dia, listas de referências) fazemos acordos com nosso subconsciente. E precisamos ser fiéis a estes acordos, principalmente em se tratando de próximas ações.

Para entender melhor vamos imaginar um projeto “Comprar uma Ferrari”. Ao registrar a próxima ação deste projeto precisamos refletir bem sobre qual será verdadeiramente. Se “vender o carro atual” ou “trabalhar duro”. Se registrarmos que é preciso trabalhar duro, mas realizarmos a venda primeiro estaremos quebrando um acordo que fizemos com nós mesmos.

E da mesma forma que nós reagimos quando alguém quebra um acordo conosco, nosso subconsciente também perde a confiança que depositou na ato de registrar uma tarefa. Na próxima vez que formos registrar um projeto nosso subconsciente não conseguirá se desligar da tralha porque sabe que o está ali registrando não é 100% garantido.

Isto não quer dizer que não podemos mudar de opinião, muito pelo contrário. Para isto existe a revisão semanal que é indispensável. Mas isto é tema para outro post…

Mais informações sobre o Get Things Done (GTD):

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Fazendo um café com efetividade

Para as menos afortunados, como eu, que não desfrutam do prazer de ter um bom café na empresa e não podem colocar uma cafeteira sobre sua mesa, ou mesmo para aqueles que tomam pouco café e não precisam fazer 6 litros de café, encontrei no site CoffeeGeek uma alternativa bem interessante.

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A idéia é bem simples, são 4 passos:

  1. Colocar o pó de café na cafeteira Press.
  2. Despejar a água quente e esperar 3 minutos.
  3. Pressionar o êmbolo devagar, até chegar ao fundo da cafeteira.
  4. Pronto!

Você pode encontrar uma cafeteira Press na loja Peppers. Não se trata de um post patrocinado, mas vale ressaltar que o atendimento da loja foi muito bom e em 2 dias recebi o produto. Existem 3 tamanhos disponíveis: 350ml, 850ml e 1 litro. Os preços variam conforme o tamanho e vão de R$ 30,00 a R$ 44,00.

O gosto do café também agradou, é o mesmo aroma de um café passado em uma cafeteira doméstica.

Dicas do frabricante:

  • Limpar bem logo após fazer o café para que o acúmulo de residos não altere o gosto do café.
  • Utilizar água com temperatura de 90º a 95ª, não mais que isto.
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Aqui o 1 (um) é L

Depois de ensinar meu pai, um senhor de 68 anos de idade, a jogar paciência no Windows, resolvi mostrá-lo o site da receita. Meu pai é bacharel em ciências contábeis e antes da era digital, excerceu durante muitos anos a profissão. Não é atoa, que ainda hoje entrega todas declarações em formulários de papel.

O fato curioso aconteceu quando posicionei o cursor no campo CPF e pedi que digitasse o CPF que desejava consultar. Muito acostumado com as antigas máquinas de escrever Olivetti, meu pai perguntou: “Aqui o 1 é L, né?”. Levei uns segundos para entender o porquê da pergunta, mas na seqüência percebi o contexto que estava localizada.

Moral da história: Por mais óbvias que as coisas passam parecer, sempre nos reservarão surpresas. Mesmo um teclado ABNT II! Ronaldo Fenômeno que o diga…

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Cobertura do evento da Softsul: Inovação para a competitividade

Ontem à tarde no auditório da Assespro-RS/Softsul, lá no TecnoPuc, foi realizado um evento com o tema: “Inovação para a competitividade no mundo plano”. O evento estava muito bacana, estive lá para prestigiar o evento e representar a GVDASA Software.

Cabe um destaque para a palestra “INOVAÇÃO: quando eu vejo… Sei o que é inovação!” ministrada pelo Diretor de Inovação da FINEP: Dr. Eduardo Moreira da Costa. Que além de bom humor demonstrou alguns cases de empresas que propuseram grandes inovações de serviço, produto, processo e mercado. Eduardo também, salientou que toda inovação deve gerar impactos singificativos na empresa e no mercado, e que mesmo sendo difícil de definir o que é uma inovação, no momento que nos deparamos com algo inovador sabemos identificar na hora.

Por exemplo, a criação do McDonald’s: no lançamento da franquia, há muitos anos atrás, foi gerada uma inovação de processos muito grande! Tratava-se de um sanduíche, que poderia ser feito por qualquer um, porém apenas os processos da rede McDonald’s garantiriam tal padrão e agilidade na fabricação do produto. Por outro lado, abrir uma franquia do McDonald’s em uma cidadezinha do interior que ainda não possuiu “fastfood“, não pode ser considerado inovador. Pode ser considerado empreendedor, porém não há uma inovação uma vez que isto já vem sendo praticado em outros lugares.

E então, como chegar a inovação? Segundo Dr. Eduardo, há apenas um caminho: o conhecimento. A Gol inovou o transporte áreo no Brasil, porque conhecia muito bem as rotas de transporte utilizadas em terra…

Após a palestra foi aberto um momento para questionamentos, foi então que tive a oportunidade perguntar para o Dr. Eduardo, se quando os avaliadores do FINEP rejeitam um projeto, descrevem os motivos e se caso isso fosse feito como fazer para obter algum feedback. O palestrante me respondeu que nos editais deste ano haverão mudanças, o que fará com que a avaliação dos projetos demore mais, mas por outro lado, permitirá que as empresas aprendam com os próprios erros, uma vez que serão descritos os pontos a melhorar. Entretanto como esperado, não há como obter feedback dos anos anteriores.

Outro ponto alto do evento foi a apresentação da Metodologia de Gestão de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação - MGPDI, desenvolvida pela SoftSul. Marcelo Pereira Nunes, engenheiro da SoftSul, demonstrou como a metodologia pode auxiliar as empresas a gerenciar as idéias e transformá-las em resultado. A metodologia está baseada na organização atividades de pesquisa, geração e qualificação de idéias e na gerência dos riscos.

Pessoalmente gostei muito do evento porque a gestão da inovação é algo que me desperta curiosidade. Caso alguém queria saber mais sobre o evento ou sobre a metodologia pode me procurar, estou a disposição para esclarecimentos.

Informações complementares:

  • http://www.mgpdi.softsul.org.br/
  • Haverão editais FINEP sendo abertos no final de abril com dois focos:
    • Geração de milhares novas de empresas (”nunca antes na história do brasil houve tanto verda…”)
    • Não deu detalhes, mas deixou escapar que haverá algo relacionado a exportação de software
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Mensagem de erro da semana

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Um erro inusitado desperto minha curiosidade de como fazer um “if (MáquinaDesligada)“.

Alguém sabe?

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Configurando mod_python para utilizar Trac no apache

Dando sequência ao post Instalando Trac integrado com Subversion no Windows, vamos para a segunda parte: executar o Trac através do Apache. Como verão é bastante simples, porém como sempre surgem surpresas no ramo de TI vale ficar atento.

O apache é um servidor web open source com versões para windows e linux, não entrarei em detalhes sobre a instalação do apache porque você pode obter estas informações no tutorial de instalação do subversion. O que cabe detalhar agora é que assim como acontece com outras linguagens, tais como php, ruby e java. Precisamos adicionar uma biblioteca ao Apache para que este consiga compreender a linguagem Python.

Para que o Trac seja acesso através do Apache precisamos instalar e configurar o mod_python. Aqui um detalhe curioso que me tomou vários minutos! O ambiente que eu estava configurando possuia um apache 2.0.49 rodando em Windows 2003 Server e Python 2.4. Pois bem, selecionei a última versão do mod_python compatível com esta configuração, porém não obtive sucesso…

Por horas revisava as configurações do apache, mas não consegui em momento algum que inicializasse de forma correta. Decidi mudar de estratégia e pegar a penúltima versão do mod_python, a versão 3.2.10.6703 para windows. Daí para frente só alegria.

Continuando… Depois de instalarmos o mod_python precisamos adicionar uma linha no arquivo de configuração do apache para que a biblioteca seja carregada na inicialização do apache. É bem simples, basta adicionar a seguinte linha no arquivo httpd.conf:

LoadModule python_module modules/mod_python.so

Depois disto precisamos adicionar uma chave relacionando uma url ao nosso projeto trac. Veja o exemplo:

<Location /trac/simulacao>
   SetHandler mod_python
   PythonHandler trac.web.modpython_frontend
   PythonOption TracEnv F:/VersionControl/TracProject/Simulacao
   PythonOption TracUriRoot /trac/simulacao
</Location>

Então tá gurizada, espero estar sendo útil.
Abraço

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Instalando Trac integrado com Subversion no Windows

O Trac Project é uma ferramenta open source que visa facilitar algumas atividades corriqueiras na Gerência de Configuração de Software. Possui alguns recursos bem interessantes como controles de milestones (entregas), Bug Tracking (controle e acompanhamento de bugs), integração com subversion que permite ligar tarefas e bugs as revisões dos fontes, wiki e por aí vai…

Tenho feito alguns estudos usando essa ferramenta, e tenho me surpreendido pela versatilidade e gama de recursos. É uma ferramente simples, mas muito bem elaborada.

Então mãos a obra, vamos começar a instalação! Mas antes duas informações importantes: 1º) este artigo segue os passos descritos na documentação do projeto Trac e 2º) o ambiente onde vamos instalar o Trac já possui o Subversion instalado e configurado com permissões.

Python

O primeiro é proceder com a instalação do Python. Para fazer download do python basta entrar em http://www.python.org/download/ e localizar a última versão disponibilizada para Windows. No momento que este arquivo foi escrita a última versão estável era 2.5.1. Até o momento não é possível utilizar a última versão do Python porque uma das bibliotecas requeridas (ClearSilver) não possui versão compatível com Python 2.5 para Windows. Optei então pelva versão 2.4:

python_setup.PNG

A instalação do Python é relativamente simples, basta avançar as páginas e observar com atenção as opções que são apresentadas. Após a conclusão do assistente de instalação será necessáio reiniciar o Windows.

Dependências

Genshi: É uma biblioteca Python que provê a integração de uma série de componentes de interpretação, geração HTML, XML e outros formatos textuais de saída para Web. No site de downloads existem diversos formatos para download, inclusive executável de instalação. Neste artigo utilizaremos a opção Genshi-0.4.4.win32.exe. O próprio instalador localiza a versão compatível do Python instalada:

genshi_setup_01.PNG

SetupTools: As ferramentas de instalação são muito úteis para “empacotar” softwares, plug-ins e atualizações. Para os conhecedores do linux é algo semelhante ao apt-get e rpm. Porém é feito com o uso do python, o que permite implementar lógica durante o processo de instalação. A instação das SetupTools são bastante semelhantes ao Genshi, basta fazer o download do instalador e Next, Next e Finish. Só é preciso se certificar de ter escolhido uma versão compatível com a versão do Python instalada, no caso 2.4.

ClearSilver: apartir da versão 0.11 esta biblioteca tende a não ser mais necessária para instalação, porém esta versão do Trac ainda está em desenvolvimento. Assim como o Genshi, o ClearSilver serve para construção da camada visual da aplicação. Alguns plug-ins podem necessitar dela, então é melhor instalarmos. Faça o download no site e siga o assistente até o final. É em função desta lib que não estamos utilizando a versão 2.5 do python.

Pysqlite: Por padrão o SqlLite é o banco de dados utilizado pelo Trac, entretanto também tem suporte a Postgres e MySql. Para versões inferiores a 2.5 é necessário instalar a API PySQLite. Atenção: o Pysqlite 2.4 não é suportado pela versão 0.10.4 do trac, é necessário utilizar a versão Pysqlite 2.3.5 ou a versão 0.10.5 dev do Trac.

Trac Project

Basta fazer o download do executável de instalação do Trac e percorrer o assistente de instalação. Assim como nas outras instalações, é reconhecida a versão instalada do Python e é sugerido um diretório de instalação: trac_setup_01.PNG

Criando o projeto

Aparentemente isto é suficiente para o Trac funcionar. Podemos hospedá-lo de duas formas, com um servidor standalone ou utilizando o apache e fazendo acesso HTTP. Nos próximos passos vamos criar um projeto com o nome de Teste. Daqui para frente acabou a mamata dos assistentes, agora o Prompt é o nosso melhor amigo. Numa janela do Command do Windows navegue até a pasta Scripts do Python

# cd Python24\Scripts
# C:\Python24\Python.exe trac-admin ..\share\trac\projects\teste initenv

Depois é necessário entrar com alguns informações referentes ao projeto, tais como nome e conexão de dados. Não é necessário informar todos parâmetros, pois podem ser alterados no arquivo de configuração Trac.ini. Quando não entramos com dados, é assumido o valor padrão, por exemplo My Project.Os dados solicitados são:

  1. Project Name [My Project]: Teste
  2. Database connection string [sqlite:db/trac.db]: valor padrão
  3. Repository Item [svn]: valor padrão
  4. Path to repository [/path/to/repos/: (em branco configuraremos o subversion na próxima parte)
  5. Temple directory [....]: valor padrão

Testando a configuração

Testar a configuração é bastante simples usando o servidor standalone do Trac: o tracd, que se encontra na pasta Scripts. Para iniciá-lo basta executar a seguinte linha de comando no prompt:

python tracd --port=8080 ..\share\trac\projects\teste

Para verificar se tudo ocorreu bem, basta entrar no seu navegador e digitar o endereço do sote dp projeto teste:

http://localhost:8080/teste

Bom, por enquanto é isso! No próximo post configuraremos o mod_python para rodar o Trac no Apache e depois configuraremos a integração com o Subversion.

Abraço

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Comparativo: MVC vs. WebForms

Fica aqui uma dica para o post Comparativo: MVC vs. WebForms escrito pelo Israel Aéce.

Muito bom, parabéns

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Calendário 2008 bem diferente

Bom, 2008 já está aí… Está na hora de atualizar os calendários sobre as mesas, trocar agendas e é sempre bom ter um calendário completo bem a mão.

 Calendário

O Jeroen Sangers da espanha, publicou em seu blog um calendário muito legal e que literalmente permite ter o calendário completo de 2008 na ponta dos dedos. No blog há explicações de como utilizá-lo… Fica aí a dica!

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