Thiago Bohn

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Fazendo um café com efetividade

Written on May 14, 2008. Written by Thiago Bohn.

Para as menos afortunados, como eu, que não desfrutam do prazer de ter um bom café na empresa e não podem colocar uma cafeteira sobre sua mesa, ou mesmo para aqueles que tomam pouco café e não precisam fazer 6 litros de café, encontrei no site CoffeeGeek uma alternativa bem interessante.

03050103.gif

A idéia é bem simples, são 4 passos:

  1. Colocar o pó de café na cafeteira Press.
  2. Despejar a água quente e esperar 3 minutos.
  3. Pressionar o êmbolo devagar, até chegar ao fundo da cafeteira.
  4. Pronto!

Você pode encontrar uma cafeteira Press na loja Peppers. Não se trata de um post patrocinado, mas vale ressaltar que o atendimento da loja foi muito bom e em 2 dias recebi o produto. Existem 3 tamanhos disponíveis: 350ml, 850ml e 1 litro. Os preços variam conforme o tamanho e vão de R$ 30,00 a R$ 44,00.

O gosto do café também agradou, é o mesmo aroma de um café passado em uma cafeteira doméstica.

Dicas do frabricante:

  • Limpar bem logo após fazer o café para que o acúmulo de residos não altere o gosto do café.
  • Utilizar água com temperatura de 90º a 95ª, não mais que isto.

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Aqui o 1 (um) é L

Written on May 6, 2008. Written by Thiago Bohn.

Depois de ensinar meu pai, um senhor de 68 anos de idade, a jogar paciência no Windows, resolvi mostrá-lo o site da receita. Meu pai é bacharel em ciências contábeis e antes da era digital, excerceu durante muitos anos a profissão. Não é atoa, que ainda hoje entrega todas declarações em formulários de papel.

O fato curioso aconteceu quando posicionei o cursor no campo CPF e pedi que digitasse o CPF que desejava consultar. Muito acostumado com as antigas máquinas de escrever Olivetti, meu pai perguntou: “Aqui o 1 é L, né?”. Levei uns segundos para entender o porquê da pergunta, mas na seqüência percebi o contexto que estava localizada.

Moral da história: Por mais óbvias que as coisas passam parecer, sempre nos reservarão surpresas. Mesmo um teclado ABNT II! Ronaldo Fenômeno que o diga…

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Cobertura do evento da Softsul: Inovação para a competitividade

Written on April 9, 2008. Written by Thiago Bohn.

Ontem à tarde no auditório da Assespro-RS/Softsul, lá no TecnoPuc, foi realizado um evento com o tema: “Inovação para a competitividade no mundo plano”. O evento estava muito bacana, estive lá para prestigiar o evento e representar a GVDASA Software.

Cabe um destaque para a palestra “INOVAÇÃO: quando eu vejo… Sei o que é inovação!” ministrada pelo Diretor de Inovação da FINEP: Dr. Eduardo Moreira da Costa. Que além de bom humor demonstrou alguns cases de empresas que propuseram grandes inovações de serviço, produto, processo e mercado. Eduardo também, salientou que toda inovação deve gerar impactos singificativos na empresa e no mercado, e que mesmo sendo difícil de definir o que é uma inovação, no momento que nos deparamos com algo inovador sabemos identificar na hora.

Por exemplo, a criação do McDonald’s: no lançamento da franquia, há muitos anos atrás, foi gerada uma inovação de processos muito grande! Tratava-se de um sanduíche, que poderia ser feito por qualquer um, porém apenas os processos da rede McDonald’s garantiriam tal padrão e agilidade na fabricação do produto. Por outro lado, abrir uma franquia do McDonald’s em uma cidadezinha do interior que ainda não possuiu “fastfood“, não pode ser considerado inovador. Pode ser considerado empreendedor, porém não há uma inovação uma vez que isto já vem sendo praticado em outros lugares.

E então, como chegar a inovação? Segundo Dr. Eduardo, há apenas um caminho: o conhecimento. A Gol inovou o transporte áreo no Brasil, porque conhecia muito bem as rotas de transporte utilizadas em terra…

Após a palestra foi aberto um momento para questionamentos, foi então que tive a oportunidade perguntar para o Dr. Eduardo, se quando os avaliadores do FINEP rejeitam um projeto, descrevem os motivos e se caso isso fosse feito como fazer para obter algum feedback. O palestrante me respondeu que nos editais deste ano haverão mudanças, o que fará com que a avaliação dos projetos demore mais, mas por outro lado, permitirá que as empresas aprendam com os próprios erros, uma vez que serão descritos os pontos a melhorar. Entretanto como esperado, não há como obter feedback dos anos anteriores.

Outro ponto alto do evento foi a apresentação da Metodologia de Gestão de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação - MGPDI, desenvolvida pela SoftSul. Marcelo Pereira Nunes, engenheiro da SoftSul, demonstrou como a metodologia pode auxiliar as empresas a gerenciar as idéias e transformá-las em resultado. A metodologia está baseada na organização atividades de pesquisa, geração e qualificação de idéias e na gerência dos riscos.

Pessoalmente gostei muito do evento porque a gestão da inovação é algo que me desperta curiosidade. Caso alguém queria saber mais sobre o evento ou sobre a metodologia pode me procurar, estou a disposição para esclarecimentos.

Informações complementares:

  • http://www.mgpdi.softsul.org.br/
  • Haverão editais FINEP sendo abertos no final de abril com dois focos:
    • Geração de milhares novas de empresas (”nunca antes na história do brasil houve tanto verda…”)
    • Não deu detalhes, mas deixou escapar que haverá algo relacionado a exportação de software

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Mensagem de erro da semana

Written on February 21, 2008. Written by Thiago Bohn.

erro.PNG

 

 

 

 

 

Um erro inusitado desperto minha curiosidade de como fazer um “if (MáquinaDesligada)“.

Alguém sabe?

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Configurando mod_python para utilizar Trac no apache

Written on January 22, 2008. Written by Thiago Bohn.

Dando sequência ao post Instalando Trac integrado com Subversion no Windows, vamos para a segunda parte: executar o Trac através do Apache. Como verão é bastante simples, porém como sempre surgem surpresas no ramo de TI vale ficar atento.

O apache é um servidor web open source com versões para windows e linux, não entrarei em detalhes sobre a instalação do apache porque você pode obter estas informações no tutorial de instalação do subversion. O que cabe detalhar agora é que assim como acontece com outras linguagens, tais como php, ruby e java. Precisamos adicionar uma biblioteca ao Apache para que este consiga compreender a linguagem Python.

Para que o Trac seja acesso através do Apache precisamos instalar e configurar o mod_python. Aqui um detalhe curioso que me tomou vários minutos! O ambiente que eu estava configurando possuia um apache 2.0.49 rodando em Windows 2003 Server e Python 2.4. Pois bem, selecionei a última versão do mod_python compatível com esta configuração, porém não obtive sucesso…

Por horas revisava as configurações do apache, mas não consegui em momento algum que inicializasse de forma correta. Decidi mudar de estratégia e pegar a penúltima versão do mod_python, a versão 3.2.10.6703 para windows. Daí para frente só alegria.

Continuando… Depois de instalarmos o mod_python precisamos adicionar uma linha no arquivo de configuração do apache para que a biblioteca seja carregada na inicialização do apache. É bem simples, basta adicionar a seguinte linha no arquivo httpd.conf:

LoadModule python_module modules/mod_python.so

Depois disto precisamos adicionar uma chave relacionando uma url ao nosso projeto trac. Veja o exemplo:

<Location /trac/simulacao>
   SetHandler mod_python
   PythonHandler trac.web.modpython_frontend
   PythonOption TracEnv F:/VersionControl/TracProject/Simulacao
   PythonOption TracUriRoot /trac/simulacao
</Location>

Então tá gurizada, espero estar sendo útil.
Abraço

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Instalando Trac integrado com Subversion no Windows

Written on January 14, 2008. Written by Thiago Bohn.

O Trac Project é uma ferramenta open source que visa facilitar algumas atividades corriqueiras na Gerência de Configuração de Software. Possui alguns recursos bem interessantes como controles de milestones (entregas), Bug Tracking (controle e acompanhamento de bugs), integração com subversion que permite ligar tarefas e bugs as revisões dos fontes, wiki e por aí vai…

Tenho feito alguns estudos usando essa ferramenta, e tenho me surpreendido pela versatilidade e gama de recursos. É uma ferramente simples, mas muito bem elaborada.

Então mãos a obra, vamos começar a instalação! Mas antes duas informações importantes: 1º) este artigo segue os passos descritos na documentação do projeto Trac e 2º) o ambiente onde vamos instalar o Trac já possui o Subversion instalado e configurado com permissões.

Python

O primeiro é proceder com a instalação do Python. Para fazer download do python basta entrar em http://www.python.org/download/ e localizar a última versão disponibilizada para Windows. No momento que este arquivo foi escrita a última versão estável era 2.5.1. Até o momento não é possível utilizar a última versão do Python porque uma das bibliotecas requeridas (ClearSilver) não possui versão compatível com Python 2.5 para Windows. Optei então pelva versão 2.4:

python_setup.PNG

A instalação do Python é relativamente simples, basta avançar as páginas e observar com atenção as opções que são apresentadas. Após a conclusão do assistente de instalação será necessáio reiniciar o Windows.

Dependências

Genshi: É uma biblioteca Python que provê a integração de uma série de componentes de interpretação, geração HTML, XML e outros formatos textuais de saída para Web. No site de downloads existem diversos formatos para download, inclusive executável de instalação. Neste artigo utilizaremos a opção Genshi-0.4.4.win32.exe. O próprio instalador localiza a versão compatível do Python instalada:

genshi_setup_01.PNG

SetupTools: As ferramentas de instalação são muito úteis para “empacotar” softwares, plug-ins e atualizações. Para os conhecedores do linux é algo semelhante ao apt-get e rpm. Porém é feito com o uso do python, o que permite implementar lógica durante o processo de instalação. A instação das SetupTools são bastante semelhantes ao Genshi, basta fazer o download do instalador e Next, Next e Finish. Só é preciso se certificar de ter escolhido uma versão compatível com a versão do Python instalada, no caso 2.4.

ClearSilver: apartir da versão 0.11 esta biblioteca tende a não ser mais necessária para instalação, porém esta versão do Trac ainda está em desenvolvimento. Assim como o Genshi, o ClearSilver serve para construção da camada visual da aplicação. Alguns plug-ins podem necessitar dela, então é melhor instalarmos. Faça o download no site e siga o assistente até o final. É em função desta lib que não estamos utilizando a versão 2.5 do python.

Pysqlite: Por padrão o SqlLite é o banco de dados utilizado pelo Trac, entretanto também tem suporte a Postgres e MySql. Para versões inferiores a 2.5 é necessário instalar a API PySQLite. Atenção: o Pysqlite 2.4 não é suportado pela versão 0.10.4 do trac, é necessário utilizar a versão Pysqlite 2.3.5 ou a versão 0.10.5 dev do Trac.

Trac Project

Basta fazer o download do executável de instalação do Trac e percorrer o assistente de instalação. Assim como nas outras instalações, é reconhecida a versão instalada do Python e é sugerido um diretório de instalação: trac_setup_01.PNG

Criando o projeto

Aparentemente isto é suficiente para o Trac funcionar. Podemos hospedá-lo de duas formas, com um servidor standalone ou utilizando o apache e fazendo acesso HTTP. Nos próximos passos vamos criar um projeto com o nome de Teste. Daqui para frente acabou a mamata dos assistentes, agora o Prompt é o nosso melhor amigo. Numa janela do Command do Windows navegue até a pasta Scripts do Python

# cd Python24\Scripts
# C:\Python24\Python.exe trac-admin ..\share\trac\projects\teste initenv

Depois é necessário entrar com alguns informações referentes ao projeto, tais como nome e conexão de dados. Não é necessário informar todos parâmetros, pois podem ser alterados no arquivo de configuração Trac.ini. Quando não entramos com dados, é assumido o valor padrão, por exemplo My Project.Os dados solicitados são:

  1. Project Name [My Project]: Teste
  2. Database connection string [sqlite:db/trac.db]: valor padrão
  3. Repository Item [svn]: valor padrão
  4. Path to repository [/path/to/repos/: (em branco configuraremos o subversion na próxima parte)
  5. Temple directory [….]: valor padrão

Testando a configuração

Testar a configuração é bastante simples usando o servidor standalone do Trac: o tracd, que se encontra na pasta Scripts. Para iniciá-lo basta executar a seguinte linha de comando no prompt:

python tracd --port=8080 ..\share\trac\projects\teste

Para verificar se tudo ocorreu bem, basta entrar no seu navegador e digitar o endereço do sote dp projeto teste:

http://localhost:8080/teste

Bom, por enquanto é isso! No próximo post configuraremos o mod_python para rodar o Trac no Apache e depois configuraremos a integração com o Subversion.

Abraço

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Comparativo: MVC vs. WebForms

Written on January 10, 2008. Written by Thiago Bohn.

Fica aqui uma dica para o post Comparativo: MVC vs. WebForms escrito pelo Israel Aéce.

Muito bom, parabéns

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Calendário 2008 bem diferente

Written on December 20, 2007. Written by Thiago Bohn.

Bom, 2008 já está aí… Está na hora de atualizar os calendários sobre as mesas, trocar agendas e é sempre bom ter um calendário completo bem a mão.

 Calendário

O Jeroen Sangers da espanha, publicou em seu blog um calendário muito legal e que literalmente permite ter o calendário completo de 2008 na ponta dos dedos. No blog há explicações de como utilizá-lo… Fica aí a dica!

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Re: Ata de reunião: registros são importantes, mesmo quando informais

Written on November 29, 2007. Written by Thiago Bohn.

Durante a minha dose diária e matinal de feeds, percorrendo o google reader me deparei com o post Ata de reunião: registros são importantes, mesmo quando informais. Li o texto e decidi compartilhar um pouco sobre minhas experiências recentes com os registros de reuniões e reforçar a importância de se fazer bons registros. Ainda não considero-me uma pessoa organizada suficientemente a ponto de dar dicas financeiras ou de organização pessoal, mas compartilhar experiências todos podemos.

Sejamos sinceros! Fazer registros de reuniões e distribuí-los entre os participantes é uma tarefa nada empolgante. Para muitos é mera formalidade e não possui utilidade alguma. Não são em todas reuniões que faço registros como sugerido no Efetividade, em algumas apenas anoto as pendência e já saio me dedicando a elas, entretanto tem sido cada maior o número de reuniões que venho registrando. Principalmente porque encontrei uma forma bastante ágil de fazê-lo e que para mim tem sido muito útil.

Nas reuniões que conduzo, gosto muito de utilizar o quadro para fazer anotações das idéias e pontos importantes que surgem durante a reunião. É uma forma de garantir que não sejam esquecidos e também permite que todos presentes acompanhem visualmente a evolução da reunião. O que traz uma série de vantagens:

  • Quando registro alguma idéia no quadro, os participantes validam na hora se minha percepção é fiel a idéia apresentada;
  • No quadro é possível fazer desenhos, setas e rabiscos em diferentes cores, o que além de trazer uma melhor organização, dá uma certa dinâmica a reunião;
  • Este dias ouvi uma piada em que Moisés alertava a Deus que se os 10 mandamentos fossem representados com diagramas e não leis textuais, talvez a humanidade tivesse os compreendido. Certas coisas são difícieis de transmitir em um texto, rabiscos e desenhos no quadro são muito representativos e podem transmitir algumas coisas com mais facilidade.

Porém muitas das informações representadas no quadro são perdidas nas atas formais. Talvez sejam necessário 3 parágrafos para detalhar uma idéia rabisca às pressa em uma lousa…

Hoje, graças ao advento das câmeras digitais é possível tirar fotos e em poucos minutos anexá-las em um documento e repassar aos participantes. Mesmo com celulares já é possível tirar fotos boas que permitam a releitura do quadro construído durante a reunão. Acreditem, voltar os olhos para uma foto do esquema original, criado para organizar as idéias, pode resgatar muitas informações que uma ata textual talvez não conseguiria! Fazendo uso deste recurso otimizei bastante meus registros.

Atualmente registro os participantes, local, objetivo e tópicos os mais importantes. Faço isso de uma forma bem branda, pois anexo as foto na ata. Dessa forma não há necessidade de digitar todos detalhes, uma vez que durante a reunião os tópicos importantes vão para o quadro e a foto traz um resumo bastante significativo sobre cada um.

dsc05786-1.JPG
Exemplo: Cópia tirada uma aula

A única seção que realmente tenho que me preocupar em detalhar são as “Próximas Ações”. Pois são as decisões e ações disparadas que justificam a ocorrência da reunião. E é para o controle e acompanhamento destas ações que o registro é tão importante, pois é ele que lembra aos participantes dos compromissos que assumiram.

Claro, este formato de ata tem suas limitações. Não são em todas reuniões que fazemos registros singnificantes no quadro e mesmo quando fazemos, nem sempre fazem sentido para as pessoas que não participaram da reunião. Quando decisões importantes precisam ser justificadas, ou quando o contexto em que as ações foram planejadas precisa ser conhecido por pessoas que não fizeram parte da reunião, não recomendaria este tipo de registro. Se há intenção de indexar a ata para pesquisa futura, também pode ser ruim utilizar as fotos, pois não há como pesquisar por seu conteúdo.

Tenho usado bastante e gostado, além de ser um método prático tem se mostrado bastante útil.

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MindMap: MPS.BR - Nível G

Written on November 22, 2007. Written by Thiago Bohn.

Um mapa mental ou MindMap é utilizado para representar palavras, idéias, trabalhos ou outros items ligados e arranjados em torno de uma idéia ou palavra central. Pode ser usado de forma mais sofisticada para organizar e estruturar um pensamento ou simplesmente para coletar idéias em brainstorming.

Este MaindMap em especial serviu para construir uma visualização mais rápida dos resultados esperados descritos no Guia de Implementação do MPS.BR disponibilizado pela Softex. No Nível G do programa de Melhoria de Processo de Software Brasileiro (MPS.BR) são previstas ações em duas áreas: Gerência de Projetos (GPR) e Gerência de Requisitos (GRE).

mapa-mental-nivel-g.png

Clique aqui para consultar o mapa mental completo.

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